| Edição de 03-09-2010 |
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Arquivo: Edição de 30-06-2006 Homenagem da Confraria dos Enófilos do Douro ao Pioneiro do Associativismo na Região - Francisco Dolores de Oliveira
No passado dia 20 de Maio, a Confraria dos Enófilos do Douro deslocou-se ao Concelho de Santa Marta de Penaguião para, em mais uma acção integrada nas comemorações dos 250 anos da criação da Região Demarcada do Douro, homenagear aquele que foi o grande impulsionador do cooperativismo na Região, Francisco Dolores de Oliveira. Foi um dia intensamente vivido, que se iniciou com a recepção de boas-vindas no Salão Nobre dos Paços do Concelho, onde, numa intervenção breve, o Presidente da Câmara, Francisco Ribeiro, também ele confrade honorário da Confraria, realçou a importância daquela jornada num momento particularmente difícil para os viticultores do Douro.
Ministério da agricultura apoia viticultores nos prejuízos causados pela queda de granizo
O Senhor Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas decidiu conceder um primeiro apoio, a título gratuito, aos viticultores que sofreram prejuízos na sequência das fortes chuvadas e queda de granizo que se verificou nos meados da semana em várias freguesias dos concelhos de Alijó, Sabrosa, S. João da Pesqueira e Tabuaço. Esta decisão foi tomada após a sua visita ao douro no passado dia 16 de Junho, durante a qual pôde observar a amplitude dos prejuízos e conversar com os agricultores afectados.
Programa provisório foi apresentado e envolve os 21 Municípios 250 velas para o Douro apagar!
Orçamento das Comemorações dos 250 Anos da Demarcação ronda 1 milhão de euros. Maçonaria terá um importante papel para patrocinar “um Eco Duriense, que tardava em se soltar”. A Comissão Executiva encarregada de planificar e levar por diante as comemorações dos 250 Anos que assinalam a Demarcação da região duriense, deu a conhecer no passado dia 14 de Junho o programa provisório das comemorações.
Francisco Gouveia: A Arte dos Cordofones Populares Portugueses
Fomos ouvir um escritor falar sobre música. Sobre a música popular portuguesa, a música do Douro e os instrumentos de corda tradicionais. A guitarra braguesa, a toeira, a requinta, o cavaquinho, são instrumentos que Francisco Gouveia executa como ninguém. Quem sabe do assunto, considera-o um mestre, e, diz quem já ouviu um recital seu, que é coisa que nunca mais se esquece. Perante isto, e já que as páginas de um jornal não têm som, fomos entrevistá-lo sobre este seu novo projecto.
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