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Milionário doa 1.500 milhões de euros para a caridade
Multimilionário promete dar 99% da sua fortuna aos mais necessitados Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo, doou este ano 1,92 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros) para a caridade. O valor é maior do que o doado no ano passado. A maior fatia do donativo 1,6 mil milhões de dólares (1,25 mil milhões de euros) vai direitinha para os cofres da fundação gerida pelo amigo Bill Gates e sua mulher, Melinda Gates. Mas o filantropo não doou dinheiro vivo. O contributo de Buffett foi feito em acções da sua empresa, a Berkshire Hathaway, revelou em comunicado citado pela Bloomberg, que fez as contas e calculou o valor doado. Além do donativo à fundação gerida pelo casal Gates, Buffett atribuiu ainda 328 milhões de dólares (pouco mais de 270 milhões de euros) a fundações da sua família. Buffett tinha já afirmado que pretende doar 99% da sua fortuna (avaliada em 47 mil milhões de dólares e considerada a terceira maior do mundo pela revista Forbes, atrás apenas do mexicano Carlos Slim e do amigo Bill Gates) para fins de caridade. O multimilionário doa normalmente acções de tipo B da sua empresa (acções sem direitos de voto) a fundações que se dedicam a combater flagelos sociais. Entre as causas brindadas pelos seus contributos estão o combate à fome, a prestação de cuidados básicos de saúde, o acesso ao aborto e o estímulo à educação no seu país, os Estados Unidos. Todos os anos Warren Buffett corta o número de acções doadas 5%, esperando que a valorização dos títulos em bolsa compense esse corte. Contas feitas, em cinco anos o investidor doou já mais de 9 mil milhões de dólares em acções. Mas Buffett não se limita a doar. Ele e o casal Gates uniram-se numa iniciativa a que chamaram «The Giving Pledge» (qualquer coisa como «Promessa de Donativo»), onde convidam individualidades e famílias norte-americanas a entregarem «a maior parte da sua fortuna à filantropia ou a organizações de caridade durante a sua vida ou após a sua morte». Igreja em Portugal sugere que os politicos dêm 20% do que ganham para os mais necessitados. Ouvidos os politicos ficaram naquela que ... e mais que ... para se concluir NADA!
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